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Perdida por Lisboa

A capital vista pelos olhos de uma açoriana...

Perdida por Lisboa

23
Set17

A Rota de Tapas voltou!!!

NNC

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 Ah pois é! Começou na quinta-feira mais uma Rota de Tapas Estrella Damm e temos até dia 8 de outubro para andar por Lisboa a comer tapas e a beber cerveja por apenas 3 euros.

 

Tal como vos tinha explicado em maio aqui, adoro esta iniciativa. É que além de poder conhecer novos restaurantes (e se gostar, voltar lá para uma refeição mais composta), posso andar de bairro em bairro à boleia gratuita de um tuk tuk e quem sabe ainda ganhar uma viagem a Barcelona (saiba como aqui). Uma boa forma de dar as boas-vindas ao Outono e de nos despedirmos do Verão, não é verdade?!

 

Normalmente gasto 9 euros, vou a três sítios diferentes e fico satisfeita. Nesta edição, a 10ª do evento e a segunda deste ano, são 29 os espaços aderentes na capital.

 

A Zomato tem uma coleção dedicada ao evento onde pode conhecer os restaurantes e as tapas que cada um oferece. Eu selecionei as dez que na minha opinião são as mais atrativas.

 

 

TOP 10 da 10ª Edição da Rota de Tapas Estrella Damm

  1. Pop Out The Can - Não Há Duas Sem Três (bacalhau à brás, bacalhau com natas e bacalhau à Pop Out em folhadinhos no forno)
  2. A Maria Não Deixa – Cogumelos Surpresa (cogumelos panados recheados com iguarias portuguesas)
  3. Meet Us Ao Carmo – Pica Prego na Batata (pica-pau que é um prego na batata com ovo a cavalo e molho de cebola)
  4. Bossa – Escondidinho de Camarão com Queijo da Serra (camarão gratinado em creme de mandioca e queijo da Serra)
  5. Croissant Gigante – ¼ (1/4 de um croissant gigante de rúcula, chévre, mel e pinhão com opção de Nutella)
  6. Os Bons Malandros – Taquitos (porco desfiado, tomate e cebola em pão de milho)
  7. Velha Gaiteira – Chamei-lhe um Figo!! (lombinho de porco ibérico com queijo chévre e doce de figo acompanhado de puré de batata-doce, abóbora e maçã reineta aromatizado com lima)
  8. Tapa Bucho – Regresso do Rabo de Boi (tortilha de rabo de boi desfiado com creme de queijo da ilha e bacon)
  9. Um Elétrico chamado Tágide – Carne à Ribatejana com Pickles e Geleia de Pimentos (carnes de porco grelhadas, temperadas com azeite, coentros, alho e limão)
  10. Arco da Velha - Tapa Amiga (tapa amiga de marisco)
20
Set17

Uma cafetaria para desejar… devagarinho

NNC

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Começou como uma loja de decoração e acessórios e hoje é uma das cafetarias mais bonitas de Lisboa. Na Wish Slow Coffee House a arte conjuga-se em vários sentidos. Dá prazer a olhar, deleita o palato e afaga o coração.

 

O espaço tem uma decoração nórdica e clean, com pormenores que nos acolhem e nos fazem querer permanecer… a desejar e a saborear devagarinho cada produto e cantinho.

 

Os artigos para a cozinha, os stickers para as paredes, os candeeiros, os postais e até algumas peças de roupa convivem lado-a-lado com deliciosos sumos naturais, saladas, tábuas e bruschettas variadas, bagels criativos e até gelados. Mas é o café o ex-líbris da Wish. Aliás, o slow coffee, que é como quem diz…café de saco, torrado semanalmente, passado com paciência e para degustar nas calmas. Tal como em casa das minhas avós… com aquele aroma agradável que nos aquece a alma.

 

Para acompanhar o café há umas deliciosas mini panquecas holandesas que têm como nome próprio poffertjes. Há vários toppings para colocar por cima, mas eu prefiro apenas com açúcar em pó. Se preferires adoçar a boca de outra forma, podes sempre pedir um scone quentinho com doce e manteiga ou uns mini donuts caseiros.

 

E como não podia deixar de ser, a Wish também tem brunches, com a mais-valia de serem servidos todos os dias (consultar na Zomato) e serem muito em conta.

 

O melhor disto tudo é que agora pode desejar tudo em dose dupla. Além do espaço no LX Factory, em Alcântara, a Wish está também no Chiado, junto ao Teatro da Trindade.

 

Informações:

Facebook Wish Slow Coffee House

Horário Segunda a quinta: 8h30 -19h30; sexta: 8h30 - 20h30; sábado e domingo: 9h30 - 20h30

Morada LX Factory, Rua Rodrigues Faria, 103, Alcântara / Largo da Trindade, 17, Chiado

 

 Wish Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

 

 

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12
Set17

Corvo, a ilha mais pequena dos Açores

NNC

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É a ilha mais pequena dos Açores, com uma área de apenas 17 km² e cerca de 400 habitantes, mas é muito mais do que isto. Um lugar completamente diferente que chega a ser difícil descrever.

 

Aqui todos se conhecem, não há casas roubadas nem trancas à porta, as fechaduras são conhecidas por serem de madeira e as mentes são tudo menos fechadas. Aqui, as leis, sejam elas de trânsito, de justiça ou sociais são feitas pelos corvinos. Aqui, vive-se com liberdade, com respeito e com vontade. Aqui, não há solidão, as redes sociais são uma janela aberta para o mundo, as viagens são feitas sempre com a determinação de voltar e a modernidade chega com respeito ao passado. Aqui, pequeno só o tamanho da terra, porque a união é grande, a alegria é imensa e a vontade de receber é ainda maior.

 

Apesar deste ano não ter conseguido ir ao Corvo, algo que por vezes acontece devido ao tempo ou estado do mar, no verão de 2016 fui e adorei. Há 11 anos que não fazia a travessia das Flores para o Corvo e achei uma grande diferença quando atracamos. As ruas estão mais limpas, a vila está arranjada e há edifícios novos feitos com mestria. A viagem de semi-rígido, com a Extremo Ocidente, é lindíssima. Dura 45 minutos e antes de navegarmos até alto mar o Carlos mostra-nos a beleza da rocha florentina. Há ilhéus, grutas e até cascatas. E se tiveres sorte, podem aparecer golfinhos e baleias para acompanhar a viagem.

 

Se preferires viajar de avião fica a saber que não há voos diretos a partir do Continente. Para fazer apenas uma escala o melhor é viajar até ao Faial ou São Miguel e seguir para o Corvo num voo inter-ilhas da SATA.

 

O que não podes perder:

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Vila do Corvo – É a única povoação da ilha e o concelho mais isolado de Portugal. As suas ruas estreitas e tortuosas são localmente conhecidas como "canadas", as casas são geralmente baixas, e combinam fachadas de pedra negra com portas e janelas brancas. Na minha opinião, o melhor que podemos fazer nesta vila é sentar num café, conviver com os corvinos e observar as suas vivências. Para eles, a insularidade e o isolamento são apenas palavras que o vento leva para outras paragens.

 

Caldeirão – Com 2.3 quilómetros de diâmetro e 300 metros de profundidade, a lagoa do Caldeirão é o ex-líbris do Corvo e um dos locais mais calmos onde já estive (primeira foto do post). O silêncio só é quebrado por alguma ave que sobrevoe o local ou por uma das vaquinhas que aprecia calmamente as pastagens. A população acredita que os pequenos ilhéus que estão dentro da cratera representam cada uma das 9 ilhas dos Açores.

 

Moinhos de Vento –  É na Ponta Negra e com uma deslumbrante vista para as Flores que três moinhos do século XIX encantam os visitantes.

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Centro de Interpretação Ambiental e Cultural – Aqui podes compreender as especificidades ambientais e culturais da ilha.

 

Igreja Nossa Senhora dos Milagres – Reza a lenda, que no século XVI, aquando de um ataque pirata foi a imagem de Nossa Senhora do Rosário que protegeu os corvinos das balas dos inimigos. Um milagre que motivou a mudança de nome da padroeira da igreja do Corvo. Apesar do edifício ser pequeno, a escultura flamenga é muito valiosa.

 

Mergulhar no Caneiro dos Meros – Em 1998, pescadores e mergulhadores do Corvo acordaram ter a única Reserva Marinha Voluntária dos Açores. 17 anos depois, o resultado é um dos mais procurados lugares de mergulho de Portugal. Uma autêntica utopia onde além dos afáveis meros, que disputam por atenção, a vida marinha é diversificada e intensa.

 

Praia da Areia

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A areia é escura, mas a água é cristalina e de temperaturas amenas. Ideal para fazer snorkeling e observar a vida marinha.

 

Cara do Índio – Escarpa esculpida pela mãe natureza de forma a parecer a cara de um índio.

 

Observação de Aves – O Corvo começa a ser um dos destinos mais procurados por ‘birdwatchers’ de todo o Mundo. Tanto que, em outubro, as viagens para lá já estão esgotadas pois é neste mês que as aves cruzam o Atlântico, durante as migrações, e param nesta ilha para descansar. No Centro de Recuperação de Aves Selvagens pode observar várias espécies resgatadas e que estão em tratamento.

 

A Casa do Bote - Construída com madeira de pinho e com o chão feito de pedra de calhau rolado, este museu recupera o traçado das antigas casas dos botes baleeiros. Aqui a memória histórica do passado do Corvo é perpetuada através de várias exposições. O espaço, instalado junto ao multiusos, dispõe de computadores que conduzem os visitantes às tradicionais vivências da ilha. Um dos registos mais marcantes são as 500 fotografias da visita do príncipe Alberto do Mónaco aos Açores.

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                                                                                                                  Foto do documentário 'É na Terra não é na Lua' sobre a ilha do Corvo

 

Fechaduras e Boinas – As fechaduras são dos segredos mais bem guardados dos corvinos. Estes utensílios, fabricados pelos artesãos do Corvo, são feitos de madeira e simbolizam a vivência numa ilha pacífica onde todos se conhecem. Já as boinas do Corvo, um barrete feito de lã, remetem ao início do século quando os mestres baleeiros teciam para ocupar as horas vagas passadas em alto-mar.

 

Onde e o que comer:

Restaurante Traineira  - A excelente localização e o peixe fresco do Traineira fazem as delícias dos turistas. Uma das especialidades do restaurante são as tortas de erva do calhau (Facebook).

 

Restaurante Caldeirão – Mais uma vez a simpatia dos corvinos salta à vista. Com ótimo atendimento e com uma ementa variada, que vai desde o peixe fresco à suculenta carne de bovino, qualquer pessoa esquece que está numa ilha onde por vezes faltam alimentos quando o mar teima em não deixar o barco da carga atracar.

 

BBC Caffé&Lounge  – Que é como quem diz, Bar dos Bombeiros do Corvo. É aqui o ponto de encontro dos corvinos mais jovens. Neste bar servem-se refeições, há karaoke, noites de discoteca e até bailes (Facebook).

 

Onde dormir:

Guest House Comodoro – Casa de hóspedes com instalações confortáveis na qual vai sentir que está em família (Facebook).

 

Joe&Vera’s Place – É a única casa particular do Corvo no Airbnb (Facebook).

 

Festas:

Festa de Nossa Senhora dos Milagres – É a maior festa da ilha e realiza-se de 13 a 16 de agosto com concertos para todos os gostos e muitos petiscos.

 

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10
Set17

Até Madonna se perdeu de amores por Lisboa

NNC

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“Como é que foste capaz de deixar o sossego dos Açores e vir para a selva?”

 

É uma pergunta que me fazem mais vezes do que esperava… Mas de tantas vezes já ter retorquido, a resposta já está na ponta da língua: “sou como o Marco Paulo, tenho dois amores”. É uma resposta curta  (e um bocado parva...) eu sei, mas é a melhor e mais sincera explicação que posso dar.

 

Tenho orgulho em ser ilhéu e em ser natural do arquipélago mais bonito do mundo e ao qual dou cada vez mais valor, não só pelas paisagens deslumbrantes (algumas das quais já vos mostrei aqui), mas também pela qualidade de vida que se vive na região. O sossego e a paz que se vive nos Açores são difíceis de encontrar noutro lugar.

 

Mas como não apaixonar-me por Lisboa?

Em 1998 vim a Lisboa e foi amor à primeira vista. Muito antes de a nossa capital estar moda já eu desejava com todas as forças viver aqui. Não tinha percepção de quão caro é viver nesta cidade, do trânsito, da falta de lugares para estacionar, da loucura do dia-a-dia, do quão pode ser frustrante ver alguns amigos de meses a meses e de não conseguir fazer nem 1% do que a cidade oferece… mas como não gostar de um lugar que nos presenteia com 220 dias de sol por ano, que tem uma luz fantástica (que se torna ainda mais encantadora ao pôr-do-sol), que a cada canto esconde uma história e uma novidade, que têm 1001 programas para 1001 pessoas diferentes, que todos os dias vive intensamente com eventos que preenchem as ruas, que é livre e deixa-nos ser quem somos?

 

Lisboa é tudo isto e muito mais. Eu não deixei os Açores, apenas optei por ter dois lares muito diferentes e distantes. Vou ser sempre açoriana… mas o meu coração é também alfacinha. E isto não é estranho… até a Madonna, que é a Madonna… se perdeu de amores por Lisboa, não é verdade?!

 

 

Lost in Lisbon........ 😍🇵🇹

Uma publicação partilhada por Madonna (@madonna) a

 

 

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06
Set17

Graciosa, uma ilha à parte

NNC

 

A nossa viagem não incluiu a Graciosa, mas tal como vos prometi no 9 posts,9 ilhas, segue aqui o meu guia sobre a segunda ilha mais pequena do arquipélago.

 

Estive há uns anos na Graciosa e fiquei impressionada com o isolamento desta terra em comparação com o restante Grupo Central (Terceira, Faial, Pico e São Jorge). Apesar da distância ser tão pequena que nos dias bons avistamos todas as ilhas vizinhas, a Graciosa parece ser uma ilha à parte. Uma característica que é um pau de dois bicos. Por um lado tem as falhas de uma terra que parece esquecida, por outro tem a calma e harmonia de uma ilha que tem como nome próprio a sua melhor descrição.

 

Não há voos diretos do continente para lá. Pode viajar até à Terceira ou São Miguel e depois seguir para  Graciosa num voo inter-ilhas da SATA ou então viajar de barco a partir de São Jorge ou da Terceira (de maio a outubro) com a Atlântico Line.

 

O que não pode perder:

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Furna do Enxofre - Enorme abóbada natural que esconde no interior uma lagoa de água fria e diversas emanações gasosas e de dióxido de carbono. O acesso à furna é feito através de uma torre com 37 metros e 183 degraus (Centro de Visitantes da Furna do Enxofre, aberto todos os dias das 10h00 às 18h00. Preço: 3.50 €).

 

Paul de Santa Cruz - Por ser a ilha dos Açores com menos pluviosidade, os habitantes criaram tanques de aproveitamento para os dias em que as nascentes não são suficientes. Recentemente foi criada a Rota da Água, um percurso pela rede centenária de reservatórios e sistemas de abastecimento de água que  passa pelo incontornável paul da única vila da Graciosa.

 

Termas do Carapacho - Na baía da freguesia da Luz pode desfrutar de hidromassagens e banhos de águas com propriedades únicas para o tratamento de várias maleitas que têm origem no aquífero subjacente à Furna do Enxofre (1 € / 30 minutos). Sabe tão bem que vai esquecer o cheiro a enxofre. Além das termas, que estão abertas de maio a setembro, pode também dar um mergulho nas piscinas naturais do Carapacho.

 

Andar de burro 

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Os burros anões da Graciosa foram reconhecidos como raça autóctone (que tem origem no local onde se encontra). Antigamente, eram tão comuns, que  esta era também conhecida como Ilha dos Burros. Hoje em dia, a Associação de Criadores e Amigos do Burro Anão tenta combater a extinção destes animais e mostrar as potencialidades terapêuticas da raça. Por enquanto, a única atividade que pode fazer com estes dóceis burrinhos são agradáveis passeios pela ilha.

 

Caldeirinha - Fica na Serra Branca e é um dos principais pontos de contemplação da Graciosa e das restantes ilhas do Grupo Central.

 

Ilhéu da Baleia 

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Ao longo da costa da Graciosa há restos de antigos vulcões que formam ilhéus com formas engraçadas. O ilhéu da Baleia é um deles. Parece um destes gigantes cetáceos ancorado junto à baía da Ponta da Barca. Já os ilhéus de Baixo e da Praia são cativantes por abrigarem importantes comunidades de plantas costeiras e ninhos de aves marinhas, entre os quais o painho-de-monteiro, a ave marinha mais pequena dos Açores.

 

Furna da Maria Encantada - Conta a lenda que há muitos, muitos anos, Maria foi das poucas sobreviventes de uma explosão vulcânica ao acreditar que um galo a avisava da catástrofe. A lenda conta ainda que ambos permanecem encantados nesta furna onde, em dias de vendaval, se ouve o galo e, em dias de nevoeiro, se vê fumo por Maria estar a cozer pão. A lenda aguça a curiosidade para entrar na furna, mas é ao atravessá-la que vai encontrar um cenário mágico: a Cratera da Caldeira, uma formação geológica de origem vulcânica.

 

Museu regional

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Instalado num barracão de botes baleeiros, este museu reúne peças da etnografia, nomeadamente no que se refere à cultura da vinha.

 

Monte de Nossa Senhora da Ajuda - Vista panorâmica sobre a vila de Santa Cruz e sobre as vinhas da ilha. Nos pontos mais altos do monte há três ermidas que merecem uma visita, essencialmente a de Nossa Senhora da Ajuda que parece um castelo em miniatura.

 

Farol da Ponta da Barca

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Este farol de um só piso tem a torra mais alta dos faróis dos Açores. São 23 metros de altura que iluminam o caminho para quem navega de noite no mar que rodeia as ilhas do Grupo Central do arquipélago. Uma vista deslumbrante sobre o oceano.

 

Onde e o que comer:

Quinta das Grotas - Restaurante típico açoriano situado numa casa rústica da freguesia de Guadalupe. Prove uma das famosas telhas de peixe e marisco (Facebook).

 

Apolo 80 - Restaurante com pratos típicos. Aqui pode experimentar a deliciosa caldeirada de peixes e as famosas lapas dos Açores, apanhadas na própria ilha, assim como a tenra carne dos animais criados nas pastagens da Graciosa.

 

Queijadas da Graciosa

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Não pode sair da "ilha branca" de Raul Brandão sem provar as queijadas da Graciosa. O doce típico da ilha, com uma base estaladiça em forma de estrela e um recheio crocante feito de leite, ovos e açúcar, é já exportado para muitas partes do globo. Por toda a ilha há espaços onde pode experimentar esta iguaria mas é na Pastelaria Queijadas da Graciosa, onde são confeccionadas, que sabem melhor (Facebook).

 

Onde dormir:

Moinhos de Pedra - Considerados por muitos o ex-líbris da Graciosa, os moinhos de vento desta ilha são hoje também local de eleição para pernoitar. Alguns dos 28 foram transformados em alojamento turístico e fazem sucesso junto de quem escolhe este lugar para descansar. Pode optar pelo Boina de Vento ou pelo Moinho Mó da Praia.

 

Graciosa Resort - Biosphere Island Hotel - Hotel de quatro estrelas com uma vista fantástica. No seu interior tem o restaurante Aroma que serve uma fusão de sabores da nova cozinha com a gastronomia regional, nacional e internacional (Facebook).

 

Festas:

Festa do Santo Cristo dos Milagres - As maiores festas da Graciosa realizam-se na segunda semana de agosto.

 

 

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