Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Perdida por Lisboa

A capital (e outros destinos) pelos olhos de uma açoriana...

Perdida por Lisboa

A capital (e outros destinos) pelos olhos de uma açoriana...

28 de Março, 2017

Chá com pérolas

Final Bubble (2).jpg

 

Foi durante uma viagem de negócios a Banguecoque que o gestor Vieira de Lima bebeu pela primeira vez um bubble tea. O chá com leite ou concentrado de fruta e bobas (pérolas) de tapioca conquistou o português que, em dezembro de 2015, decidiu trazer para Lisboa esta bebida asiática.

 

 

 

A Bobalicious fica junto ao Campo Pequeno e tem mais de mil combinações para uma bebida fresca e original que pode ser mais cremosa, quando leva leite em pó, ou mais fresca com sabor a maracujá, manga e melão. Às pérolas de tapioca pode juntar bobas de frutas com recheio.

 

 

Para seguir a verdadeira tradição, Vieira de Lima aconselha o cliente a furar o copo – embalado no momento – de uma só vez, com um gesto rápido e forte com a ‘fat straws’, uma espécie de palhinha mais gorda. 

 

Provei vários sabores. Preferi as bebidas mais frescas, sem leite, principalmente a de maracujá e as bobas de fruta com recheio às pérolas de tapioca. São gostos. O atendimento é ótimo, muito simpático e atencioso. Achei graça que, enquanto permeneci no espaço, entraram vários clientes habituais e o empregado já sabia o que eles queriam sem ter de perguntar.

 

Há copos copos míni, normal e jumbo que vão dos 2,75 a 5,75 euros.

Informações:

Facebook Bobalicious

Horário:Todos os dias do 12h00 à 20h00 (fecha aos domingos)

Morada: Galeria Via Veneto, Avenida João XXI, 72B, Loja 1, Areeiro

(Metro: Campo Pequeno ou Areeiro)

 

Bobalicious Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

 

Através da MyGon pode saber mais e ver se há promoções disponíveis neste espaço aqui

 

Saiba mais sobre a Bobalicious no meu artigo publicado no site do Correio da Manhã aqui

25 de Março, 2017

10 coisas para fazer sozinho em Lisboa

long-hair-portug-quiet-river.jpg

 

Sou fã do ditado popular “antes só que mal acompanhado” por isso decidi criar uma lista com atividades para fazer em Lisboa quando estiver sem companhia. Parta a aventura e descubra sem medos a capital, tenho a certeza que mesmo a sós não se vai sentir sozinho.

 

1 – Fazer um curso de cozinha

Se gosta de cozinhar ou gostaria de aprender a fazê-lo aproveite e faça um curso de cozinha sozinho. Além de estar mais concentrado na aula, também pode ser o sítio ideal para conhecer pessoas com os mesmos interesses que os seus e quem sabe trocar ideias.

Destaco duas escolas pela qualidade/ preço e também pela variedade de cursos: Academia Vaqueiro (Largo Monterroio de Mascarenhas) e Academia Time Out (Mercado da Ribeira, Cais do Sodré)

 

2 – Tomar o pequeno-almoço e ler o jornal num café de esquina

Esta é das minhas atividades preferidas para fazer sozinha. Tão simples, mas que dá imenso prazer. Levantar e vestir qualquer coisinha, ir até ao café mais próximo beber uma meia de leite, comer uma torrada enquanto leio o jornal e vejo os avós da minha zona a fazerem o mesmo, mas com a serenidade de quem já não tem a pressa de viver dos jovens.

 

3 – Correr

Ao contrário da opção anterior, esta é das que eu menos gosto. Mas para quem gosta de correr (eu prefiro caminhar… e é pouquinho) é uma das melhores opções para ocupar o tempo quando não tem companhia. E Lisboa tem sítios fantásticos para fazer exercício ao ar livre. Monsanto, Belém e Marginal, são apenas alguns exemplos das dezenas de locais onde pode correr enquanto aprecia a vista.

 

4 – Festas para solteiros

drink-party-club-night-night-club-woman-dance.jpg

 

Este é o programa ideal para quem ainda não encontrou a sua cara-metade. A Speed Party organiza várias vezes ao ano festas para solteiros. A próxima é dia 29 de abril no Hotel Mundial (Praça do Martim Moniz). O encontro começa com uma welcome drink às 21h30 e com uma atividade que fará os participantes descomprimirem para o verdadeiro evento. O objetivo é conhecer entre 10 a 18 pessoas do sexo oposto e conversar com elas durante 4 minutos. No fim dos encontros pode decidir se quer ou não manter o contacto com algum dos outros participantes. Há duas sessões de speed dating disponíveis. Uma para pessoas dos 24 aos 35 anos e outra para idades entre os 35 e os 40. O evento tem um número limitado de lugares por isso se tiver interesse o melhor é inscrever-se antes através do site Speed Party. Os homens entre os 24 e os 35 anos pagam 29 euros, as mulheres 25. Se tiver entre 35 e 40 anos o valor é de 27 euros para os dois sexos.

 

5 – Visitar Museus
Verdade seja dita, quando vai acompanhado a museus, não presta tanta atenção como se fosse sozinho, há sempre troca de palavras ou alguma distração. Por isso aproveite a oportunidade e conheça alguns dos museus de Lisboaalone! O novo Museu do Coche e o MAAT são boas opções. Mas há mais de 50 museus na capital à espera de uma visita. No site da Câmara Municipal de Lisboa tem mais informações para que possa escolher o mais adequado aos seus gostos. E a melhor notícia de todas é que aos domingos e feriados, até às 14h00, as entradas são gratuitas!

 

6 – Aulas de dança

Adoro dançar e apesar de ter um bocadinho de vergonha, já fui balançar um pouco ao B.leza onde ensinam a dançar kizomba todos os domingos (já escrevi sobre este espaço aqui). Se gosta de ritmos africanos, mas prefere outro dia da semana, pode sempre optar pelo Barrio Latino, em Santos. Para os amantes do tango todas as quartas-feiras há milongas num local diferente de Lisboa que é anunciado na página de Facebook Tango na Rua. Em nenhum destes casos precisa levar par, basta levar descontração e algum ritmo.

 

7 – Relaxar num Spa

Está a precisar de relaxar não é? De descansar, tirar aquelas dores nos ombros, o peso das pernas. Mesmo que não esteja, todas as desculpas são boas para cuidarmos de nós próprios. E agora, com a ajuda da MyGon, temos a possibilidade de fazer isso tudo e muito mais a preços bastante apelativos. Basta clicar na categoria Spa e Massagens e ver selecionar a melhor opção para si. Eu aconselho a Massagem Especial de Relaxamento no corpo inteiro com pedras quentes e óleos essenciais no Float in Spa, em Picoas. Se reservar através da MyGon tem um desconto de 30%.

 

8 – Mais vale vinho que mal acompanhado

waiter-pouring-wine-from-bottle-into-wineglass.jpg

 

Sabia que há uma sala de provas de vinho em Lisboa? Eu descobri este segredo há pouco tempo e fiquei maravilhada! Chama-se Vini Portugal, fica na Rua Mouzinho da Silveira, e pode ir lá experimentar vinhos a preços muito convidativos. À entrada compra um cartão que pode carregar com dinheiro e usá-lo numa máquina que serve vinhos portugueses a partir dos 0.50€ ao copo. Tenha é cuidado para não se enfrascar pois vai ter de encontrar o caminho para casa sozinho.

 

9 – Comprar na Feira

A mais conhecida é a Feira da Ladra. Aqui tudo se compra e se vende e o melhor é estar sozinho para não perder ‘aquele negócio’. Realiza-se no Campo de Santa Clara todas as terças e sábados. Já a Feira das Almas é uma feira alternativa e gratuita onde lado a lado convivem designers de moda e vendedores vintage. Realiza-se no primeiro sábado do mês numa antiga fábrica de vidro, nos Anjos.

 

10 – Ver aquele filme que mais ninguém quer ver

Se quer ver a 'Bela e o Monstro' e ninguém quer ir consigo, ou se prefere filmes mais alternativos que passam na Cinemateca ou no Monumental mas não arranja companhia, não se acanhe. Vá ao cinema sozinho! Vai ver que ainda sai a ganhar, é que assim não tem de dividir as pipocas.

22 de Março, 2017

O Segundo Muelle viajou do Peru para Lisboa

 

Duas décadas depois de ter nascido, numa garagem com quatro mesas em Lima, a capital do Peru, o restaurante Segundo Muelle chegou a Portugal.

 

A parceria entre Daniel Manrique, o fundador do restaurante, e o Grupo Portugália – responsável pelas cervejarias com o mesmo nome, pela Ribadouro e pela La Brasserie de L’Entrecôte –, acontece depois de este restaurante de fusão peruano com influências mediterrânica, oriental e crioula ter feito sucesso em Espanha, no Panamá, no Peru, na Costa Rica e no Equador, onde há já 17 estabelecimentos.

 

A carta do restaurante localizado no Cais do Sodré, em Lisboa, tem mais de 20 sugestões. Já lá fui três vezes e adorei tudo o que experimentei, mas o Taco Tanque (tacu tacu à base de arroz e feijão, recheado de banana e seleção de mariscos, envolvidos e molho de salmão), que corresponde à terceira imagem da fotogaleria acima, e os rolos makis são mesmo, mesmo divinais. E eu que nem gosto de sushi, aqui, adorei!

 

Na fotogaleria pode também ver o couvert, constituído por chips de banana pão frita, molho de pimenta amarela e milho peruano frito, os lagostinos furai, que são camarões panados crocantes em cama de massa de arroz frita com molho de maracujá e, na última foto, o bolo de chocolate cremoso. Quanto à sobremesa, apesar de não ter foto, prefiro o bolo 'tres leches'... é delicioso!

 

Para acompanhar o pratos aconselho a bebida tradicional do Peru, o Pisco Sour– cocktail com aguardente, limão, pimenta e clara de ovo –, que aqui surge também reinventada com maracujá e outras frutas.

 

Desde a comida à decoração do espaço, tudo aqui transpira mar e pesca, remetendo para a origem do restaurante, que foi fundado depois de Daniel Manrique ter passado a sua juventude a pescar e a vender peixe na praia de San Bartolo, a sul de Lima.

 

O atendimento é também ótimo. Os empregados são atenciosos, muito competentes e simpáticos.

 

Quanto a preços, jantar aqui fica em média 25/30 euros por pessoa.

 

Informações:

Facebook Segundo Muelle

Horário:

Todos os dias do 12h00 à 00h00 (à sexta-feira e sábado fecha às 01h00)

Morada: Praça D. Luís I, 30, Loja 4B, Cais do Sodré, Lisboa (Metro/Comboio: Cais do Sodré)

 

Segundo Muelle Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

 

 

Através da MyGon pode saber mais, ver as promoções disponíveis e até reservar mesa neste restaurante, basta clicar aqui

 

Saiba mais sobre o Segundo Muelle no meu artigo publicado no site do Correio da Manhã aqui

20 de Março, 2017

O melhor bolo do mundo é Rosa Choc

 

Conheci a Rosa Choc no Mercado do Chocolate de 2017, no Campo Pequeno, e fiquei maravilhada mal vi a banca. De um lado ao outro do balcão os produtos mais fofos. Expostos com delicadeza e feitos com amor.

 

A Rosa Choc – Confeitaria de Chocolate nasceu da junção de várias paixões de Paola Giannone. A empresária brasileira apaixonou-se pelo chocolate com o pai, que é chefe de cozinha no Brasil, pela estética com a mãe, que sempre trabalhou em moda, e, mais recentemente, por Lisboa, onde acabou por se render, não só aos encantos da capital portuguesa, mas também ao homem da sua vida.

  

O resultado da união destes amores é uma empresa com produtos confecionados com o melhor chocolate belga, onde a inovação, o sabor e a decoração convivem em harmonia.

 

Há brownies com bolacha oreo, bolo red velvet húmido e saboroso, bolachas americanas, brigadeiros gourmet, e até cupcakes.

 

Todos os anos, no dia do meu aniversário, a minha mãe faz questão de me oferecer um bolo. Este ano, quando ela perguntou onde devia encomendar, não tive dúvidas. Sugeri a Rosa Choc e ela encomendou-me o melhor bolo que já comi até hoje: red velvet com nutella e frosting de framboesas (primeira imagem da fotogaleria). Confeccionado na perfeição e com uma decoração linda. Quem provou, adorou!

 

No site www.rosachoc.pt pode encomendar estes e outros doces e ainda escolher a sua decoração preferida, que pode incluir deliciosas flores feitas à mão.

 

A Rosa Choc costuma marcar presença em eventos, mercados e feiras da especialidade que são sempre anunciados no Facebook.

 

Saiba mais sobre a Rosa Choc no meu artigo publicado no site do Correio da Manhã aqui 

 

17 de Março, 2017

Padaria Portuguesa: uma relação de amor-ódio

padariaportuguesaco_0100 (1).jpg

 

A minha relação com as lojas da cadeia Padaria Portuguesa é de amor-ódio. Já experimentei cerca de 10 das mais de 40 lojas desta empresa e cada vez me irrita mais quando sou mal atendida num destes espaços que tanto sucesso tem.

 

O problema é quase sempre o mesmo. E tal como os bons menus, os bolos deliciosos, o bom pão e os bons preços a inexperiência, distração, desorganização e má educação parecem multiplicar-se em cada canto que abre uma padaria portuguesa.

 

Não sei se o problema é dos funcionários ou de quem os contrata (e como os contrata), mas a verdade é que parece ser um padrão desta marca.

 

Já foram tantas as vezes em que fui mal atendida e que ponderei não voltar a estes espaços. Mas na verdade, quando o serviço não é péssimo até vale a pena passar por lá para comer aquela tarte de maçã com crumble, as saladas, as sandes de mozzarella e pesto…

 

E é por isso que fico ainda mais irritada quando me acontece situações como a de há dias. Cheguei à Padaria Portuguesa do Colombo, que é o estabelecimento de onde tenho mais reclamações (sim, eu sei que é um bocado estúpido lá voltar) e perguntei a um empregado quais os ingredientes da salada de frango. Ele fez uma cara esquisita e outra empregada, que se meteu na conversa, respondeu: alface, courtons, cenoura, azeitonas e frango.

 

Cheguei ao trabalho e courtons nem um para a amostra. Mas pior do que isso… o frango! Metia nojo. Não consegui comer a salada. Além de não estar desfiado, parecia ter sido retirado diretamente da panela onde o cozeram e colocado ali, sem sabor, com cartilagens e ossos.

 

Mas antes disso houve vários percalços na loja:

- Um empregado todo transpirado, a limpar o suor da testa com uma mão e a entregar-me a salada com a outra.

- Quando perguntei pelo molho, que costuma acompanhar a salada (mostarda e mel ou de alho), respondeu-me que não tinham na loja do Colombo

- Só depois de eu insistir e afirmar que já tinha comido várias saladas naquela loja e que sempre me tinham dado um pacote com molho é que ele decidiu perguntar a um colega se existia ou não.

-O outro empregado disse que não havia, para eu meter azeite.

-Eu respondi que deviam avisar os clientes, porque quando alguém pede uma salada é a contar que tenha todos os ingredientes disponíveis.

-Acabaram por me dar o molho ao fim de mais de 20 minutos de conversa. Com o pacote meio aberto, a pingar ao ponto de eu ficar com as mãos cheias de mostarda e mel.

 

Esta foi a experiência mais recente, mas tinha muitas para contar.

 

Apesar disto. Há duas lojas onde sempre fui bem atendida. A Padaria Portuguesa do Estoril e a de Benfica. A loja do Colombo é sem dúvida das piores.

 

 

A Padaria Portuguesa - Colombo Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

11 de Março, 2017

Quer aprender kizomba? B.Leza!

B.Leza.jpg

É ao pôr do sol de todos os domingos, em frente ao rio Tejo, em Lisboa, que dezenas de pessoas aprendem os passos principais de diversas danças africanas. No B.Leza, clientes de todos os estratos sociais e de muitas culturas juntam-se para duas horas de aula que culminam já pela noite dentro na prática do que se aprendeu, seja funáná, mornas ou até a dança do momento, kizomba.

 

Com os recentes sucessos de Anselmo Ralph, B4, C4 ou Master Jake, as aulas com mais adesão começaram a ser as deste estilo. Porém, ainda há alguns preconceitos, por ser uma dança sensual e na qual os corpos estão próximos. Mas não tenham medo! Já lá fui umas quantas vezes e homens e mulheres estão lá para dançar. Por isso descontraia.

 

Se quer aprender os passos principais da dança do momento pode fazê-lo no B.Leza, das 18h00 às 20h00, todos os domingos. A entrada são cinco euros e pode inscrever-se na página de Facebook da organização das aulas.

 

Mas o B.Leza é mais do que aulas de dança. Aqui pode também ouvir boa música. Todas as semanas há concertos para os fãs dos ritmos africanos. 

 

Informações:

Facebook B.Leza

Morada: Rua da Cintura do Porto de Lisboa, Armazém B, Cais da Ribeira Nova

Coordenadas:

Metro/Comboio - Cais do Sodré

 

B.Leza Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

 

Através da MyGon pode saber mais e ver as promoções disponíveis relacionadas com este espaço. Basta clicar aqui

 

Saiba mais sobre o B.Leza no meu artigo publicado no site do Correio da Manhã aqui ou na reportagem da CMTV:

 



07 de Março, 2017

Le Chat, uma das melhores esplanadas de Lisboa

Le Chat2.jpg

É junto ao Museu de Arte Antiga, de costas para o jardim 9 de abril e de frente para o rio Tejo que fica uma das mais cosmopolitas e imperdíveis esplanadas de Lisboa.

 

O Le Chat é um autêntico postal ilustrado. Visto da 24 de Julho é um espaço chamativo e refletor, o que contrasta com o seu interior simples e descontraído onde poderá ter bons momentos de reflexão. Não é por acaso que este edifício já conquistou um prémio ibérico de arquitetura. Mas o Le Chat é mais do que um deslumbrante espaço.

 

Com o Tejo aos pés, Almada à vista, o Cristo Rei de um lado e a ponte 25 de Abril do outro, seja com sol ou com chuva, a vista é apaixonante, principalmente, se juntar a irrepreensível sangria de espumante com frutos vermelhos ou um dos provocantes cocktails disponíveis.

Le Chat1.jpg

Na carta, há sempre pratos leves e renovados que mudam com a estação. No final de fevereiro passei por lá  e experimentei as bolinhas de sapateira&caranguejo com maionese de citrinos, o pica pau de atum com molho de citrinos e tostinhas, as chips de batata doce com ketchup caseiro e a salada de quinoa. Tudo delicioso e perfeitamente confeccionado. Para sobremesa aconselho o bolo de chocolate com gelado de baunillha&caramelo salgado. É, provavelmente, o melhor bolo de chocolate que já comi.

 

Agora imagine isto tudo, ao pôr do sol e com música jazz ao vivo.

 

Informações:

Facebook Le Chat

Horário:

 Todos os dias do 12h30 à 2h00 (ao domingo fecha às 00h00)

Morada: Jardim 9 de Abril, Janelas Verdes, Santos (estação de comboio: Santos)

 

Le Chat - Food & Cocktail Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

 

 

Através da MyGon pode saber mais, ver as promoções disponíveis e até reservar mesa neste restaurante, basta clicar aqui

 

Saiba mais sobre o Le Chat no meu artigo publicado no site do Correio da Manhã aqui

 

03 de Março, 2017

Um jardim com vista panorâmica sobre Lisboa

 

O miradouro de São Pedro de Alcântara é dos mais conhecidos, mais visitados e mais bonitos de Lisboa.

 

Está localizado no jardim com o mesmo nome, onde bustos de figuras históricas contemplam lado a lado com os turistas esta vista panorâmica sobre Lisboa. O Castelo de São Jorge e as suas muralhas, o Martim Moniz, a Baixa, a Mouraria, Alfama e até o Rio Tejo estão presentes neste postal ilustrado da capital portuguesa que ao entardecer torna-se ainda mais encantador.

 

No terraço ajardinado há ainda uma fonte, um telescópio, um quiosque e bancos com sombras das árvores plantadas por todo o jardim, onde pode aproveitar para descontrair enquanto admira a cidade das sete colinas.

 

À noite, o miradouro de São Pedro de Alcântara transforma-se num popular ponto de encontro para os jovens lisboetas que param aqui antes de seguir para a famosa noite do Bairro Alto.

 

Para lá chegar o melhor é subir a Calçada da Glória a pé ou no elevador homónimo se estiver nos Restauradores. E se tiver mais perto do Largo de Camões o melhor é subir a Rua da Misericórdia e de seguida a de São Pedro de Alcântara.

 

Coordenadas:

Jardim de São Pedro de Alcântara

1200-470 Lisboa

 

 GPS

 Latitude: 38.715143
 Longitude: 38.715143

 

 Metro: Cais do Sodré, Baixa Chiado, Restauradores, Avenida

ou

 Elevador da Glória

01 de Março, 2017

O bar mais bonito do mundo fica nos Açores

 

Cella Bar (2).jpg

                                                                                                                                Foto de Fernando Guerra

 

Eu sei que sou açoriana e sou suspeita para falar destas encantadoras ilhas. Mas acreditem! Não fui eu que o designei assim. Em menos de dois anos de existência, o Cella Bar, localizado na Vila da Madalena, na ilha do Pico, já ganhou fama mundial e até distinções. Em 2015, poucos meses depois de abrir, foi homenageado com um prémio da prestigiada plataforma online de arquitetura ArchDaily, onde foi considerado um dos mais bonitos espaços de hotelaria do mundo.

 

Na altura, escrevi sobre ele e hoje decidi recordar esse texto porque, nos últimos dias, a ilha montanha tem sofrido com o mau tempo e este conhecido espaço foi completamente arrasado pela força das ondas do mar. As imagens que me chegaram são devastadoras e o Cella Bar está irreconhecível, mas acredito que o Filipe Paulo e o Fábio Matos vão conseguir reerguer este projeto que de tanto orgulho enche os açorianos.

 

Cella Bar 1 (2).png

A história do Cella Bar

Dois amigos naturais do Pico, Açores, decidiram abrir um bar na Vila da Madalena. O objetivo de Filipe Paulo e Fábio Matos era dar à ilha um espaço que se destacasse a nível internacional, onde se pudesse conviver, petiscar e beber.

 

O que nunca pensaram foi que em menos de um ano o Cella Bar fosse notícia por todo o Mundo e distinguido pela ArchDaily, uma plataforma digital de divulgação e informação de arquitetura, como prémio de Edifício do Ano 2016 na categoria de Hospitalidade.

 

O tão afamado bar está dividido em dois espaços: um restaurante numa casa recuperada construída com pedra vulcânica e um bar de madeira de criptomérias feito de raiz e inspirado no vinho e no mar, obra de Fernando Coelho, da FCC Arquitetura.

                                                                                                 

O arquiteto conseguiu unir, de uma forma perfeita, a traça original da adega antiga com a estrutura contemporânea.

                                                                                                                                

A esplanada, no topo do bar, é também zona de destaque. Aí poderá desfrutar de tapas regionais com um bom vinho feito no Pico, de uma deslumbrante vista para a vizinha ilha do Faial e para os ilhéus ‘Deitado’ e ‘Em Pé’. Depois do pôr do sol pode sempre passar pelo restaurante, onde há pratos mais substanciais mas sempre com ligações à terra e ao mar açoriano. Pela noite dentro, há ainda licores de produção local para provar e, aos fins de semana, animação noturna que pode incluir música ao vivo ou karaoke.

 

Saiba mais sobre o Cella Bar no meu artigo publicado no site do Correio da Manhã aqui ou no artigo da revista Sexta aqui: Cella Bar 1.PDF