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Perdida por Lisboa

A capital (e outros destinos) pelos olhos de uma açoriana...

Perdida por Lisboa

A capital (e outros destinos) pelos olhos de uma açoriana...

21 de Dezembro, 2017

10 coisas para fazer no Inverno em Lisboa

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                                                                                                                                                                                    Crédito foto: Xtraice/Visual Hunt

 

Preparado para os dias mais frios do ano? Não? Então fique com estas ideias para aquecer a alma nos meses de Inverno.

 

1 - Deslizar numa pista de gelo

Se gosta de deslizar e não tem medo de cair esta diversão é para si. Durante a época festiva há várias pistas de gelo espalhadas pela cidade para fazer as delícias de miúdos e graúdos.

Wonderland Lisboa -  De 1 de dezembro a 8 de janeiro, há um mercado no Parque Eduardo VII com uma roda gigante e uma pista de gelo para toda a família.

Alegro de Alfragide -  Até dia 10 de janeiro pode deslizar na pista de gelo deste centro comercial.

Dolce Vita Tejo, na Amadora -  Este centro comercial tem uma pista de gelo com 459 metros, capacidade para 60 pessoas. Há ainda aulas de grupo para quem quiser ficar pró.

Cascais Christmas Village - Até dia 1 de janeiro, Cascais vai ter um Jardim Mágico com pista de gelo, renas verdadeiras, um comboio mágico e um carrossel.

 

2 - Relaxar numa esplanada aquecida

Nada melhor do que aproveitar o Inverno solarengo numa esplanada aquecida enquanto aprecia uma das vistas de Lisboa. Vários estabelecimentos da capital têm já esplanadas com aquecedores exteriores e até mantas para ajudar a aquecer os clientes. O À Margem, em Belém, com vista para o rio Tejo, é um dos exemplos, assim como o Park, na Calçada do Combro.

 

3 - Aprender dançar

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Esta é altura ideal para aprender a dançar. Além de combater o frio, gasta as calorias dos chocolates quentes e das iguarias mais pesadas que muitas vezes comemos no inverno. Há imensas escolas e associações onde poderá aprender a dançar dependo dos seus gostos e da sua área de residência/trabalho. Eu acho um piadão à Academia Danças do Mundo. Fica no Arco do Cego e tem cursos e workshops até para os Pés de Chumbo.

 

4 - Visitar o Aqueduto das Águas Livres

Aproveite para visitar esta obra prima da engenharia hidráulica num dos dias em que a chuva dê uma brecha à capital. Este Monumento Nacional, construído entre 1731 e 1799, tem arcos tão fortes que resistiram ao sismo que abalou Lisboa em 1755. O percurso é visitável entre Campolide e o Parque Florestal de Monsanto e tem uma vista fantástica sobre a cidade. O bilhete custa 3€ a partir dos 13 anos. O aqueduto está aberto a visitas de terça-feira a sábado das 10h00 às 17h30. No primeiro sábado de cada mês, às 11h00, há visitas guiadas, mas tem de marcar previamente (218 100 215).

 

5 - Saborear uns scones quentinhos

Adoro scones. E no Inverno, com um chazinho, sabe mesmo bem, principalmente, se estiverem quentinhos. Os meus preferidos são os da cafetaria Spleen, na Rua Serpa Pinto, Chiado, e da Wish no LX Factory, em Alcântara ou no Largo da Trindade, no Chiado.

 

6 - Jogar Snooker no Príncipe Real

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Junte os amigos e vá jogar snooker para o Pavilhão Chinês. Este bar caricato cheio de miniaturas e objetos de coleção da Segunda Guerra Mundial além de ter uma decoração super engraçada tem ótimos cocktails. Uma boa alternativa para os copos do Bairro Alto.

 

7 - Beber um copo de vinho quente

Esta tradição dos países do norte e centro da Europa chegou a Lisboa para ficar. Pode aquecer as suas noites com vinho quente no Le Chat, em Santos, ou no Fábulas, no Chiado. Mas aproveite porque esta bebida só é servida até à primavera.

 

8 - Ouvir Fado Vadio

N’ A Baiuca ou em qualquer outra casa de fado vadio em Alfama vai passar uma noite de inverno encantadora, cheia de alma e de identidade portuguesa. E quem sabe ainda encontra a Madonna =P

 

9 - Conhecer a coleção de máscaras de pele do Hospital dos Capuchos

No Salão Nobre do Hospital dos Capuchos existe uma coleção sobre dermatologia verdadeiramente assustadora. Há máscaras e outras partes do corpo, feitas em cera, que mostram o resultado das doenças que nos anos 40 do século passado marcaram o nosso País. Além dos objetos aterradores, que representam patologias como sífilis e outras doenças venéreas, as legendas das imagens são muito engraçadas: “J.Q., 53 anos, veio à consulta com uma balano postite [inflamação do prepúcio] e quem lhe pegou foi uma gaja da Rua do Carmo por 300 reais”.

 

10 - Explorar o Museu Calouste Gulbenkian

Além dos fantásticos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian sobre os quais já falei aqui, esta fundação tem um dos melhores museus da Europa com cerca de 6 mil obras entre antiguidades e arte moderna. Se ficar com frio durante o passeio pode sempre beber um chá na cafetaria.

 

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18 de Dezembro, 2017

A loucura da Uber EATS

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A Uber EATS chegou a Lisboa e foi a loucura. O sucesso foi tanto que a plataforma não conseguiu dar conta do recado e começou a receber queixas pelo tempo de demora de entrega que chegava a ser de quase 4h00.

 

Três semanas depois de ter começado a operar, o serviço parece ter estabilizado. Os carros da Uber estão também a fazer entregas para ajudar os colegas das motas da Uber EATS a dar conta dos pedidos a tempo.

 

Ainda não utilizei a Uber EATS, mas uma colega de trabalho foi a minha “cobaia” para encomendar McDonald's (o restaurante mais pedido pelos lisboetas) e correu tudo dentro do esperado. A app funciona muito bem, é intuitiva e, tal como o serviço de transporte da Uber, funciona com cartão de crédito, MBNet e Paypal. O pedido demorou cerca de 30 minutos (na app dizia entre 35 a 40) e a comida estava bem embalada e quente.

 

O único ponto negativo que tenho a apontar é que na minha zona de residência só há a possibilidade de encomendar fast food ou sushi, mas estou com esperança que em breve mais restaurantes adiram a esta app.

 

Uber solidária

A Uber Portugal associou-se este Natal à Re-food para que todas as famílias possam ter uma mesa mais completa.

 

Através do UberGiving os clientes da Uber EATS poderão contribuir com doações monetárias (a partir de 1€) para a Re-food Portugal. Para ajudar basta entrar no restaurante virtual Re-food da app e selecionar o valor que pretende doar através de elementos simbólicos no menu.

 

A iniciativa decorre entre o 12h00 e as 20h00 de 18 a 22 de dezembro e o montante angariado será revertido na totalidade para a Re-food Portugal.

 

Além desta campanha, os motoristas e parceiros da Uber vão também ajudar os voluntários da Re-food a recolher alimentos em bairros de Lisboa, Porto e Faro.

 

Para quem não conhece, a Re-food é um projeto humanitário conduzido por voluntários, que recolhem a comida que sobra nos restaurantes, supermercados, padarias, cafés, pastelarias, hotéis e distribuem por aqueles que necessitam.

 

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11 de Dezembro, 2017

Um éclair XXL para a mesa de Natal

Parece um tronco de Natal mas é um éclair gigante que dá para (pelo menos) oito pessoas. Além do sabor, que mistura a leve e deliciosa massa choux de sempre da Leitaria da Quinta do Paço, com bolo de chocolate e chantilly, a cobertura tem bolo de noz, groselhas e tomilho.

 

Há ainda outra grande vantagem. É que não precisa de esperar pela ceia de Natal para o provar. Basta dirigir-se a uma das várias lojas da confeitaria: na Baixa do Porto, no Norte Shopping, no Bom Sucesso, na Baixa Chiado ou na mais recente loja de Benfica, em Lisboa.

 

Se quiser levar o formato XXL tem de reservar, contudo, se para si for suficiente o tamanho individual poderá provar o éclair natalício até dia ao Dia de Reis, 6 de janeiro. O tamanho XXL tem um custo de 25 €, enquanto que o tamanho mais pequeno custa 3,20 €.

 

A quase centenária Leitaria da Quinta do Paço habituou os clientes a edições especiais que marcam épocas festivas. A única constante é a delícia da iguaria, já que as receitas e os ingredientes nunca se repetem.

 

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04 de Dezembro, 2017

S de sabor, simplicidade e saudade

Entrar no S Restaurante, junto ao largo do Rato, é como entrar numa casa portuguesa: reconfortante, acolhedora, simples e com um perfume a comida, cheia de sabor, que nos faz recordar a casa das nossas avós.

 

O nome não foi escolhido ao acaso. S significa isso mesmo:  sabor, simplicidade e saudade. E estas palavras tão bonitas não ficam só pelo espaço. É na comida, que a Chef Ilda Vinagre, vencedora de duas estrelas Michelin, no Brasil, faz com que elas se tornem ingredientes ainda mais significativas. No S, são servidas receitas tradicionais portuguesas, que alimentam o paladar, sem grandes malabarismos e que nos ficam na memória, tal como, os jantares de família.

 

Como entrada, experimentei umas empadinhas de perdiz de bradar aos céus -  quentinhas, com recheio suculento e massa bem confecionada – e uma salada de gorgonzola, mel e nozes que me deu ao paladar uma mistura de sabores bastante interessante. De seguida, foi o meu prato preferido de todo o jantar. Umas deliciosas pataniscas de camarão com um arroz de brócolos que convence até quem não gosta deste vegetal. Cinco estrelas para este prato!

 

A seguir, já com a barriga bem aconchegada, provei o bacalhau à Brás, que estava muito bom e umas bochechas de porco preto, que se desfaziam, mas que, na minha opinião, deviam estar mais temperadas. Infelizmente já não consegui experimentar o cozido de grão no tarro, mas não o vou perder numa próxima visita pois tem um ótimo aspeto.

 

Quanto às sobremesas, adorei o bolo de chocolate com redução de framboesas, mas a sericaia ficou aquém das expectativas.

 

Ponto positivo também para o atendimento simpático e para a qualidade/custo. O preço médio de um jantar no S é de 20€/pessoa.

 

S Restaurante Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

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02 de Dezembro, 2017

São Miguel, a ilha dos mil vulcões

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Tenho uma paixão especial por São Miguel. Foi nesta ilha, a maior dos Açores, que tirei a minha licenciatura e vivi três dos melhores anos da minha vida. Além das pessoas que conheci e que vão ficar sempre no meu coração, tive o prazer de viver num dos locais mais bonitos do mundo. Passaram quase dez anos desde essa altura. Muita coisa mudou, o turismo cresceu substancialmente, mas há algo que ainda permanece intocável: a impressionante “luz verde” de São Miguel, retratada por Raúl Brandão, no livro 'As Ilhas Desconhecidas', e observada por todos os que visitam esta ilha. Às “grandes árvores de sonho” e aos jardins “de um verde cerrado e magnético” junta-se os encantos de uma ilha onde os vulcões extintos teimam em se fazer sentir com alguma intensidade e muito encanto.

 

São Miguel é a mais acessível das ilhas. Seja a nível de custo, seja a nível de possibilidades de viagem. Há voos diretos do Porto e de Lisboa com a RyanairTAP ou SATA

 

O que não pode perder:

Ponta Delgada 

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                                                                                                                                                                                                          Crédito: Visual Hunt

A capital administrativa dos Açores alia um encantador património histórico à beleza da sua baía natural. Quem visita esta cidade não pode deixar de passear pelos românticos jardins, atravessar as Portas da Cidade, visitar a Igreja de Santo Cristo e fazer uma refeição pelas Portas do Mar.

 

Caloura – Localizada em Água de Pau, esta zona costeira é o local ideal para fazer um programa que agrade a toda a família. Tem um porto de pesca, uma piscina enchida com água do mar e acesso ao mar límpido e de temperaturas amenas que rodeia São Miguel. Depois de uma tarde bem passada nesta zona de veraneio, aproveite para se deliciar com o peixe fresco acabado de pescar e servido no Caloura Hotel Resort.

 

Sete Cidades 

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A lagoa das Sete Cidades é uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal e um verdadeiro éden. Duas lagoas juntas por uma lenda que conta a história de amor impossível entre uma princesa e um pastor. As lágrimas da princesa terão feito a lagoa azul, enquanto o choro dos olhos verdes do pastor formou a verde. De triste fica apenas a história, porque perante tamanho encanto, só nos apetece sentar e contemplar a paisagem. O miradouro mais conhecido para observar estes 19 quilómetros de vulcão, onde caberia toda a ilha do Corvo, é o da Vista do Rei, mas desde que as low cost aterraram nesta ilha, é difícil tirar uma foto daqui sem ter algum emplastro na imagem. Por isso, suba ao hotel abandonado Monte Palace e veja como o caos e a beleza aqui se unem tão perfeitamente.

 

Lagoa do Fogo – O acesso o miradouro da serra da Barrosa não é fácil, mas as curvas apertadas são esquecidas ao contemplar a lagoa do Fogo. Apesar de ser menos conhecida do que a Lagoa das Sete Cidades, há quem a considere mais bonita. Aproveite para fazer parapente e ver a lagoa de outra perspectiva.

 

Furnas 

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                                                                                                                                                                                                              Crédito: Visual Hunt

Com cerca de 750 mil anos de história geológica, o vale das furnas esconde verdadeiros tesouros e é um dos principais postais desta ilha. Fumarolas em permanente ebulição, a Poça da Beija (encantadora piscina termal com águas a 39º a funcionar até às 23h00 – 4 euros), o Parque Terra Nostra (um gracioso jardim botânico com uma piscina de águas férreas) e a lagoa das furnas – onde é feito o emblemático cozido. Um dos restaurantes mais conhecidos onde pode provar esta especialidade chama-se Vale das Furnas.

 

Caldeira Velha – Cascata de águas termais onde é possível tomar banhos quentes. Não se deixe intimidar pela cor acastanhada, a pigmentação deve-se ao ferro e os habitantes dizem que faz bem à pele. Dica: leve um fato de banho velho pois corre o risco deste ficar amarelecido. Preços e horários aqui.

 

Chá da Gorreana – Do encantador miradouro de Santa Iria pode ver a mais antiga plantação de chá da Europa. Desça até às plantações e visite a fábrica de Chá da Gorreana, que funciona desde 1883 e já passou por cinco gerações.

 

Ilhéu de Vila Franca 

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                                                                                                                                                                                                          Crédito: Visual Hunt

Em pleno oceano Atlântico, junto à costa de Vila Franca do Campo, localiza-se um ilhéu de beleza ímpar. Uma piscina natural, de águas cristalinas e temperaturas amenas, formada dentro de uma cratera de um vulcão submarino adormecido. De junho a setembro, há um serviço regular de barco que parte do porto da vila em direção ao ilhéu, mas vá cedo porque há limite de entradas e, por vezes, algumas horas de fila. Todos os anos realiza-se aqui uma das etapas da competição internacional de mergulho Red Bull Cliff Diving.

 

Surf – Nos últimos anos, São Miguel tornou-se um dos destinos de eleição para os praticantes de surf e bodyboard. Pode alugar o material necessário para surfar as aprazíveis ondas dos Açores em vários pontos da ilha, mas a melhor praia para praticar este desporto é em Santa Bárbara, no concelho da Ribeira Grande.

 

Observação de Aves  –  Cada vez mais praticantes desta atividade visitam São Miguel para conhecer o priolo, uma das aves mais raras do Mundo e que só pode ser encontrada aqui (clique para saber mais).

 

Onde e o que comer:

Botequim Açoriano 

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                                                                                                                                                                                           Crédito: Botequim Açoriano

Restaurante locailizado na freguesia de Rabo de Peixe. Apesar da fama menos positiva desta localidade piscatória, não se deixe intimidar. Neste espaço vai encontrar alguns dos melhores pratos regionais com um toque de requinte, como por exemplo mariscos de excelência como o cavaco da foto (Facebook).

 

Anfiteatro – Este restaurante é uma extensão da Escola de Formação Hoteleira de Ponta Delgada. Como tal, alia os melhores produtos açorianos á cozinha de autor (Facebook).

 

Bife da Associação Agrícola - O melhor bife à regional fica neste restaurante localizado na cidade da Ribeira Grande (Facebook).

 

A Tasca - Aqui o melhor é reservar. Este restaurante, que alia gastronomia a música e arte ao vivo, fica em Ponta Delgada e está sempre cheio. Por alguma razão será, não é verdade?! (Facebook)

 

Cantinho dos Anjos –  Bar com decoração náutica que já existe há muitos anos e onde se junta a juventude da cidade de Ponta Delgada. Já lá fiz muitas noitadas e tenho grandes memórias deste bar (Facebook).

 

Louvre Micaelense – Já foi uma chapelaria e uma loja de fazendas importadas de França. Hoje os produtos são sobretudo açorianos. Chás, conservas, compotas e outras coisas muito boas. Prove o bolo de chocolate (Facebook).

 

Tem ainda de provar: o ananás das estufas Arruda, na Fajã de Baixo, e os bolos lêvedos da senhora Glória, feitos no momento, nas Furnas.

 

Onde dormir:

Furnas Boutique Hotel – Envolvido pela mística natureza das Furnas, este hotel é o local ideal para descansar e provar novos sabores construídos através de produtos locais. Nasceu a partir das antigas termas desta freguesia do concelho da Povoação. Tem 55 quartos, spa com piscinas termais, salas de tratamento, um restaurante com forno de lenha – À Terra – um bar forrado a discos de vinil e uma pequena loja de artigos típicos da ilha que mais parece uma mercearia (Facebook).

 

Santa Bárbara Eco Beach Resort – Entre a praia de Santa Bárbara e a montanha da lagoa do Fogo nasceu o primeiro eco resort de praia dos Açores. O hotel, de quatro estrelas, foi construído com cortiça e madeira. A decoração transpira a natureza do arquipélago. Aqui sente-se as ilhas na sua essência mais pura (Facebook).

 

 

Festas:

Santo Cristo dos Milagres – São as maiores festas religiosas dos Açores e realizam-se em maio.

Festa do Chicharro – As minhas festas preferidas de São Miguel. Realizam-se na segunda semana de julho, na freguesia da Ribeira Quente.

 

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